terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Reportagem da Semana> O Abuso no preço dos materiais escolares

Se você é que nem eu, deve ter se assustado na hora de comprar os materiais escolares, na última sexta sai as compras com a pauta sobre a variação nos preços e olha eu me assustei!
Tem lugar que o mesmo produto está o dobro e até o triplo do preço, tem que pesquisar.
Rodamos a cidade na correria e a diferença nos preços era gritante...
Dos materiais básicos, como cadernos, lápis e canetas o preço mais barato foi o constatado
nas lojinhas a partir de R$ 1,99 na Manoel Ribas.
As papelarias e livrarias da cidade estão no débito, tanto em União como em Porto União, algumas vezes não tem o produto que vc quer e tentam empurrar um similar, sem contar o preço dos materiais que é muito mais caro que nos outros estabelecimentos, com exceção de uma grande papelaria ai que tem de tudo e vários preços, mas fica meio escondida e não mto bem localizada.
Um dos produtos que pesquisamos, e que pra muita gente já é artigo de necessidade, capa para notebook: em União o preço mais barato foi numa loja que vende muitas bolsas, ali perto da Câmara Municipal, nas lojas de informática além da falta de opção o preço era bem salgadinho. Em Porto União melhor nem comentar.




Quando se trata de cadernos, como sempre os mais legais eram os mais caros e olha se vc tem criança pequena vai uma dica não leve junto as compras pq vai gastar de 30 a 60% a mais.

Bom como já citei ai, se vc faz faculdade e quer economizar vai nas lojas de R$ 1,99 lá você encontra bons produtos e com preços mais em conta, agora tem que caminhar, comprar na primeira loja que entrar só mesmo se vc tiver bastante grana pra torrar, e outra: SEMPRE VALE PEDIR AQUELE DESCONTO ESPECIAL, a maioria das lojas já coloca um preço mais alto pra poder dar o desconto quando você pede, então nada de vergonha, afinal você está pagando e o desconto faz parte do processo todo.
Agora o preço dos materiais não é uma questão exorbitante só em União e região, levantamento feito pelos Procons de cinco Estados brasileiros – São Paulo, Minas Gerais, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Pernambuco - mostra que a diferença entre o menor e maior preço de itens como um apontador de lápis pode chegar a estratosféricos 1.518% em São Paulo ou 1.426% no Distrito Federal. Na prática, isso significa pagar 16 vezes mais pelo mesmo produto.


A disparidade de preços é observada ainda em outros produtos presentes em todas as listas de material escolar. É o caso do lápis preto, que pode custar entre R$ 0,10 e R$ 1,59 em Pernambuco e R$ 0,20 e R$ 1,50 em Minas Gerais. Já a borracha branca custa entre R$ 0,07 e R$ 0,30 no Mato Grosso do Sul e R$ 0,15 e R$ 1,80 no Distrito Federal. Informações essas da Agência Estado.

Procon-PR realizou uma pesquisa em Curitiba, que aponta diferenças de até 127% no preço de um mesmo produto. Este é caso do caderno de desenho brochura, capa flexível de 40 folhas, linha Arca de Noé da Tilibra, vendido de R$ 0,66 a R$ 1,50.

O levantamento de preços mostra que outros itens (entre cadernos, borrachas, giz de cera, canetas, apontadores e lápis de cor) registram diferenças entre 91% e 125%, absurdo não?!
TUDO IGUAL - Dos 153 itens pesquisados pelo PROCON-PR, três não apresentam variação entre os estabelecimentos. O caderno de caligrafia brochura com 40 folhas, linha Arca de Noé da Tilibra, por exemplo, foi encontrado a R$ 1,50 em todos os lugares pesquisados, estranho não? Agora será que alguém vai fazer alguma coisa pra entender essa imensa igualdade ou vai ficar o dito pelo não dito?
O jeito mesmo vai ser gastar a sola do sapato e pesquisar pq aqui em União e região o preço também como já citamos varia muito!!! E haja disposição...

FIQUE LIGADO>> 
DIREITOS - O Código de Defesa do Consumidor assegura direitos a quem compra materiais escolares, mesmo quando o produto é importado. O prazo de reclamação de defeitos em itens não duráveis é de 30 dias e para os duráveis é de 90 dias.

Então o jeito é a correria, a paciência, pedir descontos e preparar o bolso pq infelizmente o material escolar sempre vai ser caro, tudo devido aos altos impostos sobre esses produtos, parece que a "deputaiada" não ta mesmo querendo que ninguém estude. Aliás cade esses politicos preguiçosos que dizem que representam nossa cidade e não fazem nada pra combater esses impostos, é dificil mas deviam lutar pra isso. Se bem que um povo ignorante se torna uma massa de manobra mais facilitada!


Por Jefinho
blogdafaculdade@globomail.com
fotos: Ge Hernandez 
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